16.12.10
MEU NOVO SITE
Neste site você vai encontrar:
* Artigos e noticias sobre qualidade de vida, bem estar e espiritualidade.
* Ensinamentos de diversos mestres de várias tradições e filosofias sobre autoconhecimento e treinamento espiritual.
* Livros
* Também poderá solicitar palestras e consultoria, orientação para meditação.
* Aplicação de Reiki (Sistema Usui Tibetano)
http://ascender.webnode.pt/
Jesus e Buda: Amor, paz e compaixão como presente de Natal
Buda ensi
nava o desapego, a compaixão e o amor, como caminhos para lucidez e felicidade. Os ensinamentos de Jesus Cristo não são diferentes, suas palavras e sua vida, são os verdadeiros motivos do Natal, motivos estes que, ao longo do tempo, foram sendo esquecidos e substituídos pelo consumo e pela mera troca de presentes.
Mais que uma data comemorativa que incentiva o consumo, o Natal representa uma passagem importantíssima na história da humanidade que nos trouxe uma lição sobre amor, compaixão, união e paz. Devemos ser profundamente gratos por este verdadeiro presente que até hoje promove transformações na vida das pessoas.
Na minha visão como praticante budista, o Natal é um momento de parar e nos concentrar no momento presente, isso implica em não olhar para traz e nem para frente momentaneamente, mas apenas ficarmos totalmente imerso em nós mesmos. Devemos nos dar uma chance de conectarmos com nosso eu mais puro, além dos julgamentos e conceitos. Devemos trazer nossa atenção para o agora, para o que está acontecendo neste exato momento.
A partir disto, olhando para “o agora”, focados, além de nós mesmos, veremos que vivemos em uma sociedade com uma desigualdade econômica muito grande. Enquanto nossos filhos ficarão felizes com brinquedos novos, cheios de tecnologia, existem outras crianças que nada terão, assim como famílias inteiras. Infelizmente essa é a ditadura do consumo, em que nossa felicidade é baseada pelas coisas materiais. Buda dizia que toda vez que elegermos algo externo como fonte de felicidade, assim que este algo externo acabar, nossa felicidade acabará junto.
Por isso, devemos olhar para a realidade e ao menos tentar vencer a tentação e o impulso do consumo e estimular nossas crianças a valorizar aspectos que estejam além do material como, compaixão, a integração e o amor ao próximo. É um momento de expandirmos a consciência para que o nosso amor alcance a muito mais seres além dos nossos familiares. Quando nos empenhamos em incluir o “outro” em todas as nossas ações, magicamente surge felicidade duradoura. Isso acontece por que somos seres interdependentes, a felicidade do próximo sustenta a nossa própria felicidade.
O final do ano é uma boa oportunidade para refletirmos sobre tudo isso, o que foi feito, sobre nossas ações, e sonhar com um futuro melhor para nós e toda a humanidade. Devemos contemplar a impermanencia: tudo passa, tudo inicia e acaba, pois há um movimento incessante na natureza de todos os fenômenos, mas não há um ponto final, logo algo termina, nasce uma nova experiência - sempre podemos mudar. Assim deve ser o ano novo, uma nova experiência de amor, união, tolerância, paz e felicidade.
Um dos maiores ensinamentos do Buda, é sobre a não causalidade, não há um tempo linear, nem mesmo uma situação ou experiência que não possa mudar da água para o vinho, há a possibilidade da mudança como num salto quântico, por isso, não estabeleça data para ser feliz, faça-o agora! Embora estejamos na véspera do final do ano, no final de um tempo, não há o tempo, a não ser em nossas mentes. O único momento que temos é o momento presente.
BOM NATAL E UM FELIZ 2011 AGORA!
28.9.10
Zazen dos Pernilongos
Encontrei este relato de um praticante zen, achei muito especial e expressa lindamente a percepção da natureza búdica!
Hoje senti o Buda da felicidade do meu lado. Dei de comer a pernilongos, e sorri por dentro. Dei de beber à vida, e por ela fui bebido. Imóvel, mas lutando internamente contra o ato-reflexo imediato e automático - matar. Mas, se matasse o primeiro, passaria então todo o zazen matando pernilongos? Mas se fui até o templo para ficar sentado, imóvel, atento à respiração, deixando a mente observar e perceber sem julgar, pois então como matar pernilongos? Não, nem um, nem unzinho… E não há mérito nenhum nisso, apenas tentativa de perceber que a vida flui, e temos escolhas, e fazemos escolhas, e podemos reagir atacando e matando ou entregando o que temos de mais precioso, o amor. Amei ser comido pelos pernilongos! Porque depois do momento inicial de quase irritação, quase raiva, quase "não acredito que isso tá acontecendo", o que senti foi plenitude de estar nesta vida e ser parte de todos os mínimos momentos de existência. Únicos, sempre. Único. E então era como se a respiração tomasse conta de todo o corpo, e os pernilongos – vários! Nos cotovelos, pescoço, orelha direita, lado esquerdo do nariz, testa, sobre a sobrancelha, no dedo do mudra cósmico – ah, os pernilongos eram parte desse corpo, e a cada inspiração, e a cada expiração, eu percebia a sutileza do calor que se formava a cada sugada, a coceira, a pele respondendo, o corpo dizendo tô vivo e dou vida! E tudo se tornou uma pulsação só, um sangue só, um zumbido só. Um dia daremos de comer aos vermes; pra quê esperar tanto? Vamos dar de comer aos pernilongos! O Buda da felicidade, assim, renasce e vive em nós!
Gashô!
Axé!
Viva!
(Antonio, praticante das quintas feiras - Zazen para Iniciantes - no Zendo Brasil - SP)
9.7.10
MEDITAR É VIVER! MAIS E MELHOR

Vamos mostrar as últimas (e surpreendentes) pesquisas sobre o assunto, publicadas em uma das principais revistas científicas do planeta, e ensinar uma técnica tão simples que até quem nunca meditou vai conseguir. Continue lendo
22.6.10
DICAS DE COMO SAIR DO VERMELHO
Umas das coisas mais difíceis das pessoas compreenderem é que a nossa saúde financeira, isso independente do quanto ganhamos, está intimamente ligada ao nosso estado emocional e nosso comportamento. Para aquele que quer realizar um sonho, guardar dinheiro ou simplesmente chegar ao final do mês no azul é preciso que desenvolva AUTOCONHECIMENTO.
Baseado na minha experiência, listei abaixo 21 dicas que podem te ajudar:
1 Conheça a ti mesmo: Observe suas emoções e saiba reconhece-las.
2 Não eleja coisas materiais como fonte de felicidade.
3 Diminua seu padrão de consumo.
4 Reduza ao máximo seus gastos.
5 Não siga a status.
6 Não compre por impulso.
7 Faça pesquisa de preço e procure promoções.
8 Procure utilizar os produtos por sua funcionalidade.
9 Reutilize.
10 Preserve o que tem e use ao máximo seus pertences.
11 Crie uma rede de economia solidária: parcerias, troque bens e serviços com seus amigos.
12 Abandone seus vícios: procure meios hábeis para isso.
13 Use a internet para se comunicar.
14 Crie ativos: formas de obter renda extra, investimentos etc…
15 Procure pelos diversos serviços gratuitos da internet.
16 Instrua-se, busque o máximo de informações sobre o assunto que você está envolvido(a).
17 Aprenda a consertar as suas próprias coisas.
18 Alimente-se de forma mais saudável e exercite-se. “Isso evita gastos futuros com saúde”
19 Faça uma tabela de receita e despesas.
20 Guarde uma graninha na poupança, ou invista em algum ativo.
21 Tenha uma vida mais simples.
14.6.10
AOS LEITORES DO BLOG
Queridas e queridos leitores do blog.
Já fazem, mais ou menos, quatro anos que escrevo o Blog Espiritualidade prática. Tenho prestado atenção, que aos poucos, o número de visitantes vem crescendo.
Por isso, caro(a) leito(ra), gostaria muito de saber quem é você?
Gostaria muito de saber um pouquinho de você, como:
Se você o acompanha desde o inicio?
Quem lhe indicou?
Criticas ou sugestões serão bem vindas.
Ficarei muito grato se você puder deixar um comentário!
Muito obrigado pelo carinho!
Manoel Felipe
Porto Alegre/RS
11.6.10
Fonte: Samsara Blog
Identidade e ilusão

Quando Buda confrontou a questão da identidade na noite de sua iluminação, ele chegou à radical descoberta de que não existimos como seres separados. Ele olhou a tendência humana de se identificar com uma idéia limitada de existência e descobriu que essa crença em uma pequena personalidade individual é a ilusão-raiz que causa sofrimento e nos afasta da liberdade e do mistério da vida.
Ele descreveu isso como a originação interdependente: o processo cíclico da consciência criando a identidade por interagir com a forma, reagir ao contato dos sentidos, então se apegar a certos padrões, sentimentos, desejos, imagens e ações, para criar um sentido de individualidade.
Ao ensinar, Buda jamais falou dos humanos como pessoas existindo de algum modo fixo ou estático. Em vez disso, ele nos descreveu como uma coleção de cinco processos em mudança: os processos do corpo físico, dos sentimentos, das percepções, das reações e do fluxo de consciência que vivencia tudo isso.
Nosso senso de individualidade surge sempre que nos agarramos ou nos identificamos com esses padrões. O processo de identificação — de selecionar padrões para chamar de “eu” e “meu” — é sutil e, geralmente, oculto de nossa atenção.
ILUSÃO
Fonte: Blog samsara
lusão da percepção
Às vezes, olhe para as circunstâncias que você percebe como favoráveis:
se reconhecer que são somente as suas percepções, tudo que experienciar será proveitoso.
Às vezes, olhe para as circunstâncias que você percebe como adversas e prejudiciais:
isso é essencial, pois o fará sentir-se horrorizado com a delusão das suas percepções.
Às vezes, olhe para os seus amigos e para os professores dos outros:
distinguir o bom do ruim o inspirará a praticar.
Às vezes, olhe para a manifestação miraculosa dos quatro elementos no espaço:
você verá como a verdadeira natureza da mente está além de qualquer esforço.
Às vezes, olhe para a sua terra natal, sua casa e seus bens:
sabendo que são ilusórios, você sentirá desgosto pela forma deludida como você os percebe.
Às vezes, olhe para a riqueza e bens dos outros:
vendo como são dignos de pena, você abandonará as ambições do samsara.
Em resumo, ao examinar a natureza de tudo que percebe,
você destruirá a delusão de se apegar a qualquer coisa como real.
10.6.10
Filosofia Budista é Psicologia
Por: Carlos Antonio Fragoso Guimarães
O físico Fritjof Capra, em seu livro O Tao da Física, nos fala que o budismo - ao contrário do hinduísmo que lhe serviu de preparação e que possui um forte colorido mitológico e ritualístico - tem um caráter e um "sabor" eminentemente psicológicos. Segundo Capra, "Buda não estava interessado em satisfazer a curiosidade humana acerca da origem do mundo, da natureza do Divino ou questões desse gênero. Ele estava preocupado exclusivamente com a situação humana, com o sofrimento e frstrações dos seres humanos. Sua doutrina, portanto, não era metafísica; era uma psicoterapia. Buda indicava a origem das frustrações humanas e a forma de superá-las. Para isso, empregou os conceitos indianos tradicionais de maya, karma, nirvana,etc., atribuindo-lhes uma interpretação psicológica renovada, dinâmica e diretamente pertinente." (Capra, 1986, p. 77). Ele havia dedicado-se a um aspecto da evolução humana: a autocompreensão para por fim ao sofrimento humano, e só a este aspecto se dedicara. Continue Lendo
Posts mais antigos »



criado por manoelfelipemacedo
17:59:51 — Arquivado em: